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Se eu não entender de primeira, não se preocupe,continue falando.Vibre mais meus neurônios comas cordas de seus caminhos,pensamentos percorridos.Não se esforce em ensinar,queira apenas adubar uma terraque acredita poder florir tudo.Um dia eu entendo, tudo noseu tempo.

(L.A.S vibraciones)

Se eu não entender de primeira, não se preocupe,
continue falando.
Vibre mais meus neurônios com
as cordas de seus caminhos,
pensamentos percorridos.
Não se esforce em ensinar,
queira apenas adubar uma terra
que acredita poder florir tudo.
Um dia eu entendo, tudo no
seu tempo.

(L.A.S vibraciones)

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Como um por-do-sol: O dia termina, a terra esfria e o sono vem e tudo recomeça. Um ciclo de reciclo, o que não for mais aproveitável, vira matéria pro novo e pro bom.Semana vem, semana vai. O ano que passa, a vida que voa e você.

Como um por-do-sol: O dia termina, a terra esfria e o sono vem e tudo recomeça. Um ciclo de reciclo, o que não for mais aproveitável, vira matéria pro novo e pro bom.
Semana vem, semana vai. O ano que passa, a vida que voa e você.

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Somos tantas expansões que ao tentarmos ser um, nos desfazemos em muitos e muitas lágrimas. Somos tanto em tão pouco tempo, que é bom o tempo não passar tão rápido. Pra poder saborear os sabores da comida, sentir a textura e respirar o aroma. Não fomos feitos para o instantâneo, é preciso respirar, suspirar e bocejar.

Somos tantas expansões que ao tentarmos ser um, nos desfazemos em muitos e muitas lágrimas. Somos tanto em tão pouco tempo, que é bom o tempo não passar tão rápido. Pra poder saborear os sabores da comida, sentir a textura e respirar o aroma. Não fomos feitos para o instantâneo, é preciso respirar, suspirar e bocejar.

Tags: vulture urubu
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O ritmo do céu fazia do silêncio
Tão gostoso de ouvir
Um som contínuo, desatando a acontecer.
Dirigido pelo vento e atraído pelo chão
Escorre o rosto,
Fecha o olho pra não ver.
O ritmo do céu fazia do silêncio
Tão gostoso de ouvir
Um som contínuo, desatando a acontecer.
Dirigido pelo vento e atraído pelo chão
Escorre o rosto,
Fecha o olho pra não ver.
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Valsa Púrpura

Poetizando na sensação Sem querer tirar rebarbas Poesia de bar, milho e migalhas. Coisa pouca e simples, num balanço, balança a perna, tomba o copo Toma o corpo. Ritmo e dança, segue letrando Escrevendo sem pensar, Tem vezes para, tem vezes vai Mas toda hora, voando Imaginando num sonho Querendo valsar.
Valsa Púrpura

Poetizando na sensação
Sem querer tirar rebarbas
Poesia de bar, milho e migalhas.
Coisa pouca e simples, num balanço,
balança a perna, tomba o copo
Toma o corpo.
Ritmo e dança, segue letrando
Escrevendo sem pensar,
Tem vezes para, tem vezes vai
Mas toda hora, voando
Imaginando num sonho
Querendo valsar.
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Uma ideia noturna.

Uma ideia noturna.